A não solidão de estarmos sós

Há uma música que me arrepia por este verso simples: “I don’t need nobody, to be alone”.

A beleza sábia de um coração tão puro quanto as primeiras águas, a conexão profunda à essência ainda não profanada. A destreza do ser e  do saber o que se quer. A leveza de não saber o caminho por onde se vai, mas a convicção que se chega ao destino.

A suficiência e preenchimento de si próprio.

Saber que se é quanto baste.

Estar só sem sentir solidão!

 

Abraço

Raquel Ferreira Santos, Psicóloga & Consultora

 

Há uma música que me arrepia por este verso simples: “I don’t need nobody, to be alone”.

A beleza sábia de um coração tão puro quanto as primeiras águas, a conexão profunda à essência ainda não profanada. A destreza do ser e  do saber o que se quer. A leveza de não saber o caminho por onde se vai, mas a convicção que se chega ao destino.

A suficiência e preenchimento de si próprio.

Saber que se é quanto baste.

Estar só sem sentir solidão!

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